Lideranças políticas internacionais têm demonstrado crescente preocupação com a situação institucional no Brasil, denunciando possíveis abusos de poder e restrições a liberdades fundamentais. Enquanto parlamentares da oposição e juristas questionam decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), o Congresso Nacional permanece hesitante em adotar medidas para conter o que alguns classificam como excessos da Corte.
Nos últimos meses, representantes de diferentes países alertaram para supostas violações de direitos e censura no Brasil, defendendo a necessidade de respostas firmes das instituições democráticas. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem acompanhado o cenário brasileiro de perto, cobrando o respeito integral à Constituição e ao Estado Democrático de Direito.
Além dele, parlamentares europeus e membros de organizações internacionais também têm manifestado preocupação com o que consideram uma escalada de medidas que restringem a atuação da oposição e de veículos de comunicação.
Apesar da crescente pressão popular, o Congresso brasileiro tem evitado confrontar diretamente o STF. Propostas legislativas para limitar a atuação da Corte ou responsabilizar ministros não avançaram significativamente, e pedidos de impeachment contra magistrados seguem paralisados. Embora parte dos parlamentares reconheça a existência de uma crise institucional, não há consenso sobre como enfrentá-la sem gerar um embate direto entre os poderes.
O impasse entre o Judiciário e setores do Legislativo segue como um dos principais desafios políticos do país, enquanto a comunidade internacional observa com atenção os desdobramentos da crise.